Foto · Wikimedia Commons
✦ Fotografia em destaquePelé in the yellow of Brazil, at the height of his powers around the 1970 World Cup — the image the world still pictures when it hears the name.
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PeléEle nasceu em uma pequena cidade de Minas Gerais em 1940, e aos quinze anos já era profissional — um adolescente magrelo entrando no Santos com nada além de um número nas costas e um talento para o qual ninguém tinha nome ainda.
Com apenas dezessete anos, chegou à sua primeira Copa do Mundo e saiu dela como a figura que a definiu — seis gols na Suécia, um hat-trick na semifinal, e o primeiro título mundial de uma nação carregado por um adolescente que chorou em campo.
Por duas décadas o Santos foi o centro do futebol mundial porque ele estava lá — centenas de gols, o próprio recorde reconhecido do clube, e a noite em que o Maracanã parou para o seu milésimo. Ele não perseguia a grandeza; ela se reunia ao redor dele.
“Eu nasci para jogar futebol, assim como Beethoven nasceu para escrever música.”— Pelé
Em 1970 ele não era mais um prodígio, mas um mestre, e o time ao seu redor jogou o futebol mais bonito que o esporte já viu. Quatro gols no torneio, e na final um passe de tamanha calma que ainda ensina o jogo — enfiado no caminho de Carlos Alberto para o gol que fechou o 4 a 1.
Três Copas do Mundo — nenhum outro jogador jamais as venceu — e um recorde de gols pela seleção que durou meio século. Quando cruzou o Atlântico rumo a Nova York, ele não estava atrás de um campeonato; estava levando o jogo a um continente que ainda não o conhecia.
PeléMeio século depois, a discussão sobre seu número exato de gols ainda corre — mil e tantos, dependendo de quem conta. Mas a contagem nunca foi o ponto. Ele fez vencer parecer um presente que estava entregando a todos que assistiam, e o futebol nunca parou de agradecer.
“Eu nasci para jogar futebol, assim como Beethoven nasceu para escrever música.”